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O espargo é originário da costa ocidental da Europa e a sua planta pertence à família dos lírios, onde se incluem a cebola, o alho-porro e o alho. O espargo branco é igual ao verde. Só se mantém branco por ser cultivado em estufas escuras, que impedem a fotossíntese e, por consequência, o desenvolvimento da sua cor verde. Tem por essa razão um sabor mais suave e é mais tenro que o espargo verde.
 
Como consumir
Utilize um descascador de legumes para retirar a pele do caule. Corte a base e coza em água ou a vapor, refogue, ou grelhe. Os espargos ficam prontos rapidamente. Coma-os, quentes ou frios, com carne, peixe, ou em saladas. Podem ser combinados com outros legumes, servidos por si só ou utilizados como ingrediente principal de pratos mais sofisticados.
 
Como escolher / manter
Os rebentos mais finos não são nem mais jovens nem mais mais tenros. Prefira rebentos compridos e grossos, com cabeças bem fechadas. Mantenha-os no frigorífico e consuma-os em poucos dias. 
 
Nutrientes principais
Cálcio, Cobre, Fibra, Ácido fólico, Ferro, Magnésio, Niacina, Fósforo, Potássio, Proteínas, Riboflavina, Tiamina, Zinco, Vitaminas A, B6, C, E e K.
 
Curiosidades
Os espargos foram cultivados pela primeira vez na Grécia há dois mil e quinhentos anos atrás.
O nome deriva de uma palavra grega que significa caule ou rebento.
O Imperador Augusto inventou a expressão "velocius quam asparagi conquantur" que significa: "mais rápido que cozinhar espargos". Diz-se que o espargo tem elementos afrodisíacos.